Penetra suavemente a Terra
Húmida do orvalho da Noite
Quente com o Sol da manhã
A respirar a Fragrância na brisa
7-1-13
to be and not be
interação do ser
Terça-feira, 19 de Março de 2013
Sexta-feira, 30 de Novembro de 2012
Path of Love
Beatifull Nature
Sacred Cosmo
Beloved Deivine Beens
Together in a hudge Path of Love
Humble in the Light
Magnificent on the Shadow
or vice-versa, help Me
Live deep full Life
dive in the Vulcanos
laugh in the Mood
on a flower Shower
jumping in the Clouds
felling the juicy Polarity
flowing on
the Paradox of Existence
Sacred Cosmo
Beloved Deivine Beens
Together in a hudge Path of Love
Humble in the Light
Magnificent on the Shadow
or vice-versa, help Me
Live deep full Life
dive in the Vulcanos
laugh in the Mood
on a flower Shower
jumping in the Clouds
felling the juicy Polarity
flowing on
the Paradox of Existence
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Poesia
Quarta-feira, 14 de Novembro de 2012
Celebrar
O Amor rompe em lufadas de Ar fresco que vibram em palpitações suaves por todo o Corpo
Num grito suave a palavra mágica Amor sente na pele a vibração da Terra
A Água morna do Sentimento vivo flui pelo Corpo que escorre na plenitude da Alma
O Fogo do Sol aquece o Coração que se expande infinitamente
Tantra é viver o ser Divino que cada um de nós é
O Corpo é o caminho directo para o Presente
O Sexo é o caminho para o Divino em nós mesmos
Celebrar o Presente é celebrar a Vida é celebrar Deus
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Sábado, 10 de Novembro de 2012
Homens de Luz
Grande espirito!
Divina Mãe terra!
Celestial Pai Sol!
Amada Energia, Prana do Ar! Do Vento!
Na vibração da Liberdade do som do Vento!
Sagrada Água, pura na Existência...
Nossos Corações de Fogo
Na beleza da Aceitação...
Em AMOR
Em Alegria
Na partilha em cada dia!
Atlantico Norte 6/5/12
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Poesia
Ser
Ser quem sou
Conhecer a minha Luz
Viver o meu momento com
Coração de mel com
Energia vital
Na beleza da Saúde
A expandir a Alegria
Conectado com o Todo
A crescer em Relação
No espelho do Sentir
Aceitando o Milagre
Que é a Vida
Eiriceira, Julho de 2012
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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012
À Deusa
Na Lua de Sagitário
Um fogo em ebulição
Nesta era de aquário
Sinto-me vivo e são
Um pouco melancólico talvez
Ao estar sem ti outra vez
A vibrar ainda nesta manhã
Que a vida não é vã
Quero arriscar tudo de vez
Abrir o meu coração e sentir
O que vier aceitar sem fugir
Honrar-te Deusa num hino
Contigo viajar no divino
Lisboa 12/12/2011
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
CHUVA DE PUNA
Chuva de Amor
na Existência aceite
no verde das árvores
no dourado das folhas
Chuva de Puna
na harmonia do Sentir
a coexistir na Luz
na visibilidade do Espelho
Chuva do Sim
a tudo o que é
e ao que não é
na integração do Todo
Chuva de Liberdade
no silêncio do Eterno
expansão da aceitação
a descobrir a Intuição
Puna, 9 de Janeiro de 2012
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Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011
DeLeite
Um sorriso e uma lágrima
Com o calor de um arrepio
Na luz da noite
Ao ritmo do silêncio da música
Lisboa, 12/10/11
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011
AGOSTO
Sol de Agosto
Sabor a sal
Energia vibrante
Kundalini penetrante
Ilha do Pico, Agosto de 2011
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S. JORGE
Delírio melancólico
S.Jorge à vista
No pico da vida
A respirar para o vale
Com o mar...
Ilha do Pico, Agosto de 2011
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FORMIGUINHA
Formiguinha no movimento
Da vida que se respira no ar
Entre o bosque Maia
E os pinheiros alpinos
Um rouxinol canta
A alegria da Primavera
Torino, 21/05/2011
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Poesia
MONTE DA LUA
Virado a Poente
Abrindo os braços para a Roca
Do ponto mais Ocidental da Europa
Ao meu coração
A distancia
De um tostão
Megalítico eu estou
Vivendo o espacial do que sou
Com os pés na terra
O coração aberto para tanta água
No fogo da minha respiração
O ar que nos liga
Sintra, 26/04/2011
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Sábado, 27 de Novembro de 2010
Coelhinho branco
Lisboa, Junho de 2007
Era uma vez um coelhinho branquinho que vivia num prado muito verde, perto de um riacho de águas transparentes. O coelhinho logo ao acordar gostava tomar uma banhoca nas águas frescas e límpidas do riacho. Depois corria pelo prado muito verde até à horta do Sr. João e comia uma cenoura e uma tangerina. Já com a barriguinha mais aconchegada ia para a escola dos coelhinhos onde se divertia muito. Aprendia a contar cenouras, a escrever poemas ao sol e a brincar com os seus amiguinhos. Na escola haviam coelhos de vários tamanhos e de todas as cores do arco-íris. Uns eram mais gordos porque comiam muitas batatas ou não gostavam tanto de fazer ginástica e correr, outros tinham as orelhas maiores que outros, alguns tinham os bigodes muito grandes. Mas todos eram muito amigos mesmo ás vezes quando se zangavam. Tinham aprendido na escola que eram todos coelhinhos mesmo com cores, formas e maneiras de brincar diferentes. Uns gostavam mais de iogurte de morangos, outros adoravam comer uma rucula ainda havia quem preferisse comer uma maça. O coelhinho branquinho tinha muitos amigos mas aquele que ele gostava mais de brincar era com o coelhinho azul. O coelhinho branquinho tinha só um nome mas o seu amigo coelho azul tinha um nome que parecia que nunca mais acabava: coelho azul como o céu num dia lindo de sol, pela parte do pai e azul como o mar limpo num dia de verão, pelo lado da mãe. O coelhinho branquinho tratava-o apenas por amigo. E quando o branquinho o chamava, apesar de existirem outros coelhinhos azuis, chamava só por azul pois o coelhinho azul como o mar limpo num dia de verão e como o céu num lindo dia de sol sabia que era o seu amigo branquinho que o chamava. Eram dois coelhinhos muito bem dispostos que gostavam muito de dar cambalhotas, saltar e dançar. Ás vezes faziam o teatro dos coelhinhos e outras vezes para variarem faziam o teatro dos golfinhos o que era mais difícil porque os golfinhos davam saltos muito grandes com piruetas quando saíam da água. Os dois amiguinhos, o branquinho e o azul tinham aprendido muito sobre golfinhos com a professora coelhona dos olhos de mel. A professora dos coelhinhos gostava muito da natureza e tinha ensinado muito bem aos coelhinhos a protegerem as plantas, os outros animais e a não sujarem a terra e o mar. Uma vez a professora coelhona dos olhos de mel estava a ensinar a multiplicar golfinhos, a dividir coisas boas, a somar conchas e a diminuir o fumo dos carros quando os dois coelhinhos viram uma fotografia de golfinhos na praia perto da escola. Os dois olharam logo um para o outro. Tan, tan! Era a praia da gruta escavada na rocha pelo mar que os dois adoravam ir brincar depois das aulas. Mas eles nunca tinham visto nenhum golfinho aí. Só no jardim zoológico. No intervalo estavam os dois a combinarem como é poderiam ver o golfinho na sua praia quando apareceu a coelhinha cor-de-rosa com os olhos que brilhavam como a primeira estrela da noite. - Olá amiguinhos, eu já vi golfinhos na praia. -A sério? Perguntaram os dois ao mesmo tempo -Aonde? Como? Conta-nos! - Foi há muito tempo numa praia muito longe. Estava a tomar o almoço à sombra de uma cabana na praia com a minha mãe e os golfinhos estavam lá mas nós nem os víamos. Estávamos a comer uma feijoada tão boa que nem reparámos no espectáculo à nossa frente dos golfinhos aos saltos na rebentação das ondas. O meu pai estava a trabalhar ali perto e veio ter connosco à praia na sua hora de almoço. Como tinha passado a manhã no escritório, enquando se aproximava depois de sorrir para mim tinha muita vontade de olhar para o mar. De repente olhou e nem queria acreditar. Ao princípio nem percebia o que meu pai queria dizer. Vinha tão calminho e agora só fazia gestos e apontava até que por fim percebi. Golfinhos. E olhei. E foi mágico. Eles estavam ali, talvez uns 2 ou 3, como os meus anos na época, a brincarem mesmo à borda de água e mais outros 2 ou 3 um pouquinho mais afastados. Lindo. No mar saltavam felizes. O meu pai agarrou um caiaque, que é um barco pequenino, e no remo e saltou para dentro de água. O coelhinho branquinho e o azul ouviam a coelhinha cor-de-rosa de boca aberta e orelhas espetadas. - E depois? Perguntou o azul -Depois o meu atravessou no caiaque as ondas junto à praia e passeou-se devagarinho ao lado dos golfinhos. Eu também queria ir mas ainda não sabia nadar e fiquei a ver da praia com a minha mãe. Então tu já viste golfinhos no mar – disse o azul – ouvi dizer que é muito difícil distinguir os golfinhos no meio das ondas do mar. Sim nós vamos muitas vezes à praia que a professora coelhona com olhos de mel mostrou com os golfinhos e nunca vimos nenhum – disse o branquinho. Pois é – disse a coelhinha cor-de-rosa – o segredo contou-me um pescador é ficar a olhar muito calmamente para o mar. Temos mesmo que ter muita paciência no início. Depois começamos a sentir muita paz e a gostar. Só assim é que conseguimos ver os golfinhos livres do mar. Vou-vos contar um segredo mas prometem que não contam a ninguém. Claro que não – disseram o branquinho e o azul. Quando for grande vou ser treinadora de golfinhos livres no mar –disse muito baixinho a coelhinha cor-de-rosa.
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Conto
Terça-feira, 23 de Novembro de 2010
Era uma vez
Lisboa 23 de Março de 2010
Era uma vez um rapaz e uma rapariga...
Moravam um ao lado do outro mas não sabiam.
Tinham cruzado os mesmos locais. Mas em momentos diferentes.
Conheciam as mesmas pessoas. Algumas destas pessoas até achavam que um tinha a ver com o outro. Mas nunca ninguém se arriscou a apresenta-los.
Foram eles mesmos que se descobriram. Por eles mesmos.
Tinham um interesse comum. Que vinha do mais fundo deles mesmos. Da vontade de quererem ter prazer na vida. Mesmo. O que os fez procurarem pelo mundo, o mundo que se escondia em cada um deles. O que os fez porem os corpos a vibrarem. A libertarem a dor. A darem espaço para o prazer poder viver. No corpo de cada um. Dois seres muitos especiais. Como cada ser, únicos em si mesmo.
Mas " todos os animais são iguais mas uns são mais iguais do que outros".
E estes são muitos parecidos...
A procura de cada um por si próprio levou-os à meditação em Lisboa e a amigos comuns.
A vontade de partilhar algo em Portugal aprendido no estrangeiro foi o motivo de um encontro.
Que parecia que nunca mais acontecia. Ninguém os apresentava...
Ambos sabiam que o outro existia...perto...e sem forma de ser contactado..
Um em Itália. O outro na Holanda. Grupos. Vontade de estar em ligação. À distância. Novos instrumentos. Net. Redes sociais. Ambos a resistirem a entrarem nas redes. E ambos entraram na mesma rede com esses grupos. Facebook. Na mesma altura.
Quando ainda o FB estava no inicio. Quando ainda poucos portugueses aí estavam.
E de repente ele aparece no ecran dela...
E logo desaparece...
Numa rápida pesquisa aparece de novo num amigo comum...
E sai a primeira mensagem de um para o outro!
E logo a resposta. E um convite. Gentilmente declinado...
Os números de telemóveis são trocados.
Falam finalmente...
Ela tinha estado com um problema de saúde.
Incomum nela..
Ele fazia compras de natal com a filha.
Combinam finalmente um encontro.
Um chá ao fim da tarde de sábado.
Ele ía receber uma visita vinda do estrangeiro esse fim de semana.
Não sabe porquê (não sabia...) mas cancela-a de repente.
O trabalho na cidade tinha sido duro essa semana.
Vai descansar entre os pinheiros de Cascais.
No sábado do encontro quando vem para a esplanada do rio descobre que a Lua está em crescente. Quer cortar o cabelo. No mesmo cabeleireiro que ela vai. Sem saberem um do outro.
Liga-lhe. Diz-lhe da autoestrada " Olá tava a apetecer-me cortar o cabelo. Sabes é quarto crescente. Encontramo-nos daqui a uma hora?"
Ok- responde-lhe ela. Enquanto pega nas suas tesouras e começa a cortar o seu cabelo pensa: Uhau alguém que acompanha as fases da Lua. Vou aproveitar para eu mesma cortar o meu cabelo.
A noite já tinha caído. No início de Dezembro a noite começa cedo. E o frio também. Ele estava cá fora. Ela chega no seu Smart preto. Ele percebe logo que é ela. Diferente da fotografia no FB. Mas indiscutivelmente ela!
Tomam um chá tranquilos em frente ao rio. A conversa corre solta. Muito solta. Pontos comuns. Pontes comuns. Ui esta mulher é mesmo interessante. Gostava que fosse minha amiga...mas é muito atraente. Tem qualquer coisa de magnético...Olha e se fossemos jantar?
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Cronica
Aiai
Lisboa, Maio de 2010
Tinham-se casado por amor. Dois jovens sedentos de vida. De mar e sol. Uma vida boa. Jovens, alegres, inteligentes e educados, a viverem numa casa enorme, novinha, com um óptimo jardim a dois km do mar.
A desejada gravidez finalmente germina!
Os nove meses seguintes foram plenos de preparação para receber o desejado filho.
O quarto ao lado dos pais foi preparado. Pintado de azul...
O berço foi almofadado e o enxoval preparado.
Na noite da lua cheia de Novembro as águas rebentam!
Na Alameda D. Afonso Henriques o parto inicia-se...
E de cezariana nasce o José ehehe
Com um sorriso aberto e o cabelo despenteado...
Os pais recebem-me em emoção de felicidade.
Sinto o corpo quente e protector dos meus pais.
Sinto as suas mãos macias a darem-me ternura.
Descanso no colo do meu pai.
Mamo em paz o leite da minha mãe.
Existe amor e ternura no ar.
A terra, as plantas à volta são bonitas e agradáveis.
Cheira bem.
Sinto o calor do aconchego.
Estou à sombra na praia junto ao mar.
Sinto a brisa.
Sinto o cheiro do mar.
A minha alcofa é confortável.
Está um calor bom.
A minha mãe ri.
O meu pai lê.
A minha mãe está grávida do meu irmão.
Tomamos banho os três.
O meu irmão nasce.
Que bebé tão fofo.
Podemos brincar?
Partilho o meu quarto.
Criamos cumplicidade.
O meu pai brinca comigo e ensina-me coisas divertidas.
Nasce a minha irmã.
Agora somos como uma tribo...
Tenho a minha árvore sagrada.
E um baloiço amarelo.
E faço tendas de madeira e feno.
Brinco às tribos.
Danço e canto.
Rio e grito.
Admiro o fogo.
Sinto a terra.
Mergulho no mar.
Cresço a sorrir.
Livre e em confiança.
Estudo tranquilo.
Com o apoio e o carinho dos meus pais.
Lêem-me histórias à noite.
Brincam comigo durante o dia.
Nadam comigo no mar.
Sorriem.
Abraçam-se.
Fazem-me carinhos.
Sorriem.
Cresço mais.
Ando de barco à vela.
Desfruto o vento em paz.
Ouço o chapinhar do mar.
Sinto na pele os pingos salgados.
Respiro...
Cresço...
Remo vigorosamente de kaiaque
Sou um jovem bem disposto
Alegre...
Feliz...
Com o meu corpo, com a minha energia...
De bem com o mundo.
Em amizade com o mano e mana.
Apoiado pelo pai e mãe.
A descobrir o mundo.
Com amor.
A saber proteger-me.
A saber viver.
Em paz.
Entro na faculdade.
Ganho um ano de bagagem jurídica.
Ganho uma nova visão do mundo durante anos em mais de cinquenta países.
Sinto a paixão nos braços de mulheres que sorriem de bem com a vida.
Descubro os labirintos do amor...
Ganho uma nova visão da vida no amor pelo meu filho.
Em cinco anos formou-me em relações internacionais.
Em três anos tiro dois pós e um MBA.
Trabalho em África como cooperante, professor, consultor e como técnico superior do MNE.
Lanço uma empresa de consultoria em Portugal que se transforma numa holding com parceiros internacionais lideres em consultoria, media e hotelaria.
Cresço em duas relações duradouras. Experimento-me em paixões ardentes.
Respiro...
De bem com o universo.
Na maturidade dos 30 a atracção pelo auto-conhecimento.
O abrir de horizontes...
Uau o prazer puro...
A totalidade...
O sentido da existência...
A presença.
Cresço com a minha filha.
Cresço com a minha filha.
No meio dos 40...
A totalidade comigo mesmo.
Em carinho e suporte com quem eu sou.
Com todo o Amor.
A totalidade como homem.
A divindade dos amantes.
O milagre da vida.
A consciência.
A presença.
Amor.
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Cronica
Domingo, 17 de Outubro de 2010
Stop
Agora que parei tenho medo que o meu coração pare
depois de não ter tido qualquer medo que isso acontecesse
enquanto ele saltava de emoção em emoção
enquanto bombava ardentemente
no calor que eu sentia demtro de ti
que teimava em vibrar por todo o meu corpo
Agora que tinha pensado que descobrira
depois de pararmos
que o meu corpo vibrava
subtilmente por dentro
descubro subitamente
que o que sinto são as celulas em mim
a dançarem o Amor
simplesmente
totalmente
surpreendentemente
vivo!
Milão 6/3/10
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Poesia
Se
Se eu fosse pintor desenhava as curvas do teu corpo no centro das deusas do Olimpo
Se fosse músico cantava a vibração dos teus olhos na profundeza de um violino
Se fosse cozinheiro criava uma cascata de chocolate doce com aroma de baunilha e canela numa elegia à tua pele
Se fosse cego tornava-me escultor logo que te visse com as mãos
Mas como sou apenas um homem
Só me resta o delírio de te amar com toda a minha energia
Milão 6/3/10
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Poesia
Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
O Amor e os três P's
O amor e os três P's ou quando o calor da paixão arrefece com o fim das endorfinas que nos tiram do chão e que não nos deixam ver a totalidade do outro nem de nós mesmos. Aí surge o medo de não correspondermos às expectativas que achamos que o outro tem de nós mesmos e passamos a achar que o outro, de alguma maneira, não é aquele ser idealizado que percepcionamos durante a paixão. Nessa altura ou existem, nos dois, os três P's ou o caldo está entornado. O P da potência. O P da permissividade e o P da protecção. O P da potência de sermos nós mesmos. De gostarmos de quem somos. De vivermos a nossa vida. O P da permissividade de permitir a expressão da totalidade do outro. O P da protecção de nós e do outro. De sermos nós mesmos e do outro ser quem é. Da nossa potência e da permissividade com o outro. Com a protecção de quem somos e com a capacidade de proteger o outro.
Junho de 2009
Junho de 2009
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Inquietude
Rio do Norte
o vento mudou de direcção
o rio sobe para nascente
o sol nasce a poente
só isso explica tu estares
aonde eu não estou!
SP, Setembro de 2009
o rio sobe para nascente
o sol nasce a poente
só isso explica tu estares
aonde eu não estou!
SP, Setembro de 2009
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Poesia
Terça-feira, 24 de Novembro de 2009
Para ti
Tou aqui
bem perto de ti
flor da manhã
oh garça branca
que se espanta
no seu esvoaçar
sobre o mar
livre ao sentir
o quanto quero sorrir
Nov2009
bem perto de ti
flor da manhã
oh garça branca
que se espanta
no seu esvoaçar
sobre o mar
livre ao sentir
o quanto quero sorrir
Nov2009
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Poesia
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