Virado a Poente
Abrindo os braços para a Roca
Do ponto mais Ocidental da Europa
Ao meu coração
A distancia
De um tostão
Megalítico eu estou
Vivendo o espacial do que sou
Com os pés na terra
O coração aberto para tanta água
No fogo da minha respiração
O ar que nos liga
Sintra, 26/04/2011

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