Lisboa, 9 de Março de 2008
A mãe sem rosto
A mãe amorosa e alegre
A tristeza de um olhar
O sorriso na cara
A alegria de viver
O sentido da existência
A luz do coração
A sombra da alma esquecida
A solidão acompanhada
A simplicidade de um vestido
A ternura de um abraço
O toque quente que é familiar
O adeus definitivo
A presença encontrada.
Eu sou a luz
Eu sou a escuridão
Eu sou a malagueta que arde e que é quente
Eu sou a cara do medo que se esconde
Eu sou a ousadia da montanha de ar límpido
Eu sou espaço vazio que me cerca, me assusta e que me dá a energia para a viver
Eu sou a culpa naquela cara atormentada
Eu sou a consciência daquele olhar
Eu sou a liberdade do mar.

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